10 vagas sênior para desenvolvimento front-end no Justiça 4.0

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) lançou mais um edital para profissionais da área de tecnologia da informação atuarem no Programa Justiça 4.0. São 10 vagas para desenvolvedores e desenvolvedoras front-end sênior.

Acesse o edital e faça sua inscrição até 10 de agosto

O trabalho será executado na modalidade remota. Não há exigência de dedicação exclusiva, mas a pessoa selecionada deve cumprir 8 horas diárias de trabalho em horário comercial, com possibilidade de negociação. A contratação é na modalidade de National Personnel Services Agreement (NPSA), com salários competitivos, de acordo com o mercado.

Os currículos serão analisados pelo Pnud, com formação de uma lista curta de pessoas que serão entrevistadas por um painel de especialistas. Devido ao grande número de candidaturas, o Pnud entra em contato apenas com as pessoas pré-selecionadas.

O Programa Justiça 4.0, parceria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o Pnud e outros órgãos, desenvolve soluções e sistemas para a transformação digital do Judiciário. A base é o desenvolvimento de plataforma única, a Plataforma Digital do Poder Judiciário. Esse ambiente multisserviços opera em nuvem e será o meio pelo qual será unificada a tramitação de processos judiciais dos tribunais de todo o país. Além de integrar os sistemas processuais, a solução traz novas funcionalidades, como a busca integrada em bases de dados, modelos de inteligência artificial para maior agilidade da prestação jurisdicional e ferramentas para apoiar a gestão da magistratura.

Perfil da vaga

A pessoa contratada será responsável por desenvolver a interface gráfica das soluções tecnológicas do Programa Justiça 4.0. Ela irá codificar os artefatos, usando Angular e TypeScript, para atender aos requisitos funcionais e não funcionais da solução, empregando processos de desenvolvimento, arquitetura de software, padrões de projeto, linguagens de programação e ferramentas previamente definidas.

Para se candidatar, é necessário ter graduação, preferencialmente nas áreas de Tecnologia da Informação, Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Engenharia de Software, Análise de Sistemas, Engenharia da Computação e áreas correlatas, e experiência mínima relevante de dois anos. Caso a pessoa tenha pós-graduação na área, não é exigida experiência mínima. Entre as competências e habilidades desejáveis, estão: experiência no framework Angular, desenvolvimento de interfaces conectadas a APIs REST, desenvolvimento de componentes visuais e uso de bibliotecas de componentes visuais (Angular Material, Prime NG e similares).

Agência CNJ de Notícias

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